quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Rita Lee é indicada ao Grammy Latino


“Reza” dando o que falar. O sucesso da canção e do novo disco de Rita já lhe rendeu prêmios, entre eles: VMB, Top 100 Brazil e agora está sendo indicada ao Grammy Latino de Música, como “O Melhor Álbum Contemporâneo”.

Lembrando que ela foi indicada em 2001, 2003, 2005, 2009 – “3001”, “Balacobaco”, “MTV Ao Vivo”, e ”Multishow Ao Vivo”, respectivamente. Entre 2001 e 2009, Rita só recebeu o prêmio em 2001, nos anos seguintes foi somente indicada.

Vamos torcer para que “Reza” faça conseguir mais um prêmio para sua estante.

A cerimônia de premiação está marcada para o dia 15 de novembro, no auditório do hotel e cassino Mandalay Bay de Las Vegas, em Nevada.

Além de Rita, Beto Lee está concorrendo como “Melhor Álbum de Rock”, com “Celebração e Sacrifício”. Vamos torcer!

Data da entrega do prêmio: 15/11/2012
Hora: 23:00


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Aniversário do Fã Clube: 1 ano


Há mais ou menos 365 dias atrás passava pela minha cabeça fundar um Fã Clube para Rita Lee. Imaginem Rita Lee... Não é qualquer cantora, Rita é rainha.

Não é à toa que eu e Lia Santhiago (cover oficial de Rita) tivemos essa ideia. Lia é fã de Rita desde os anos 70, já eu sou fã desde 2005, quando “descobri” por meio de uma tia minha (também fã de Rita) o álbum “Atrás do Porto Tem Uma Cidade”, de 1974.

O fato de ser fã não quer dizer que eu queira ter a Rita só para mim, não! Rita é de todos, do Brasil, do mundo... Além do mais, o que é bom tem que ser compartilhado.

Logo quando comecei a interagir com fãs de Rita, a primeira pessoa com quem troquei um e-mail foi Norma Lima, na época que existia o site do Fã Clube Fruto Proibido, se não me engano em 2006 ou 2007. Sempre li o blog do FC Fruto Proibido (atual FC Rita Lee), daí fui conhecendo mais fãs e mais novidades sobre a vida e a carreira de Rita.

Nesses quase 10 anos sendo fã da Rita, além de ter conhecido o FC Fruto Proibido, fiquei conhecendo o Fã Clube Ovelha Negra (1985 – 1998), que na minha opinião foi o melhor e mais completo FC que um artista brasileiro pode ter. O FC foi fundado por Vilma Gusmão, Maurício Ruella e Rubens Lucena.  Na época onde não existia internet, os fãs se comunicavam por meio de cartas, e ficavam sabendo das novidades sobre a Rita pelo fanzine “Raios Leenáticos”.


 Visita de Rita na sede do Ovelha Negra - Acervo VILMA GUSMÃO

Uma das minhas maiores inspirações para criar o FC Marca da Zorra, foi o extinto Ovelha Negra, podem acreditar.

Mas, o mais importante em ser fã de Rita Lee, é saber que ela se interessa, dá amor e carinho a todos os leenáticos. Um exemplo: Logo quando o FC entrou no Twitter, Rita no outro dia já estava seguindo e elogiando, dizendo que ego dela adorou, sem ao menos saber quem estava por trás do nome “FC Marca da Zorra”. Isso é simplesmente simpatia com os fãs... Os fãs que tanto fazem e tanto amam a artista.

Um pequeno recado para nossa eterna musa: Obrigado por fazer o Brasil feliz com a sua música, seu carinho, seu amor e sua humildade com todos nós. Você só faz a gente se inspirar mais e mais. O Brasil te ama e por isso aonde você estiver o nosso coração vai junto com você. Love you, Rita Lee.

Outro recado: O Fã Clube só conseguiu atingir esse um ano de existência com a ajuda de vocês, de nós, os fãs. Muito obrigado, e que muitos anos venham pela frente.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Livros e publicações sobre Rita

Rita de algum jeito sempre esteve presente em nossas vidas. Na década de 90, Rita escrevia não só músicas, mas escrevia para revistas também. Mas sua alma literária veio se manifestar mesmo, em 1986.  Em 1987 escreveu um pequeno conto para o jornal infantil  “O Estadinho”, que vinha no jornal “Estadão”. O conto teve o título: “Atlântida, reino perdido”.









Muita gente já ouviu falar em um dos livros infantis que Rita lançou, na época que seus filhos eram crianças - Beto Lee com 9 anos, João com 7 e Antonio com 5 -, a incrível série “Dr. Alex”, um ratinho branco que Rita tinha adotado para eles. 




















As aventuras desse cientista que virou um rato, veio das histórias que Rita contava aos filhos, antes de dormir. O lançamento da primeira edição aconteceu em 31/08/1986, intitulado de “Dr. Alex”.


Desde aí, edições novas começaram a ser lançadas, como: Dr. Alex e os Reis de Angra; Dr. Alex na Amzônia e Dr. Alex e o Oráculo de Quartz, lançados em 03/09/1988, 01/09/1990 e 29/08/1991, respectivamente.

Já as biografias de Rita, bastamos citar a genial obra de Henrique Bartsch, “Rita Lee mora ao lado”, lançado oficialmente em 13 de julho de 2006, no shopping Morumbi, em São Paulo.




















A história da biografia autorizada e alucinante da rainha do rock começa quando sua vizinha, Bárbara Farniente começa a escrever um diário, onde sua história mescla com a de Rita, desde o nascimento de ambas. Do então fato ocorrido até 1998, a história de Rita Lee é contada com diversão e muitos detalhes.


Em 1995, é lançado um livreto especial da Biblioteca Musical, intitulado de “O Futuro me Absolve”. O pequeno livrinho com 96 páginas traz a trajetória de Rita, regravações e composições, filmografia, críticas, discografia, etc.





















Em 1990, são lançados duas edições de songbooks especiais de Rita Lee, ambos, contado alguns fatos da carreira. No primeiro volume, traz uma biografia e um depoimento de Gilberto Gil, além de fotos de todas as épocas. A edição tem 34 canções de Rita.




















No segundo volume possui uma entrevista de Rita e Almir Chediak (autor dos livros), e um depoimento da cantora Gal Costa.




















Além das biografias de Rita, existe também a biografia dos Mutantes: A divina comédia dos Mutantes, de Carlos Calado. Além de um novo projeto de Daniela Vieira dos Santos, o livro “Não vá se perder por aí”.































Fora as biografias escritas por fãs e admiradores, vocês sabiam que a própria Rita teve um projeto de escrever a autobiografia, em 1976?! Essa sim, faz tudo! Em entrevista ao jornalzinho Hit Pop, que vinha na revista Pop, Rita contou que no livro iria contar: “Um pouco do que sou, do que fui e do que pretendo ser”. Bem, ainda há tempo de escrever, Rita. Sua história não tem fim e nunca terá. Você é a pessoa mais amada do Brasil.





















Não deixem de votar em Rita Lee como “artista do ano”, e “melhor artista feminino”, votem em Reza como “melhor música”, no VMB: http://vmb.mtv.uol.com.br/

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Música ainda pode ser boa e de qualidade? Rita comprova que sim!


Todos nós vivemos em uma época onde CD está sendo vendido como remédio. Música nunca foi fácil de fazer, mas hoje em dia se uma pessoa que não tem voz ou capacidade vocal quiser cantar ela vai ter o direito, e ainda vai ser capaz de fazer sucesso. É isso que está acontecendo ultimamente. Estão produzindo música pelo dinheiro.

Rita Lee vem de uma época onde fazer música era muito difícil, principalmente rock, e ainda mais sendo mulher. Na década de 60 havia a forte repressão política e a forte censura, que sempre corria atrás de artistas, tanto da música, quanto da TV. Na época dos festivais, os Mutantes apareciam sem nenhum medo e sem nenhuma vergonha, principalmente Rita, que sempre mostrou que veio para confundir e não explicar. Um exemplo: Quando vestiu-se de noiva, grávida, em 1969.

Desde quando resolveu começar a cantar, ainda na adolescência, nossa musa enfrentou todas as barreiras possíveis. Sofreu um aborto espontâneo em 1969; Foi expulsa dos Mutantes em 1973; Foi "expulsa" da Philips em 1974; Foi presa em 1976. Mas nunca tirou o sorriso do rosto e sempre de cabeça erguida foi montando a sua carreira, que hoje já percorre 45 anos, sendo desses 45, 36 anos ao lado de seu marido, Roberto de Carvalho.

O que dá pra pensar e concluir com uma pequena prévia da vida de Rita Lee, é que música se faz com amor, prazer e vontade, e sempre com uma canção, uma história. Não com qualquer trecho de "tchu tcha tcha" ou "tche tche tche".

A música vem se sustentando não pelas modinhas, mas pelo bom gosto que ainda reina, por incrível que pareça. Todos devem ser corajosos e enfrentar tudo com cabeça erguida, assim como fez Rita, que hoje tem mais de 65 milhões de discos vendidos e milhares de fãs espalhados pelo mundo. Ela sim é um exemplo de vida, de cantora e de mulher, RITA LEE, a eterna musa do rock, que faz música com amor e com prazer.

Em uma entrevista Rita afirmou: “Há 45 anos trabalho com música; participei de algumas bandas; tenho trocentas composições; já fiz 1 bilhão setecentos e dezenove milhões e setenta mil shows – mas o prazer de estar no palco depois de tanto tempo permanece tão intacto quanto a máscara dourada de Tutancâmon."

Pois é, gente, sigam um exemplo como esse. Não só porque sou fã de Rita que estou sugerindo isso, mas por causa da história de vida dela.


Não esqueçam de votar em “Reza”, no 1° Prêmio Contigo! de MPB.
http://contigo.abril.com.br/eventos/1-premio-contigo-mpb-brasil-de-musica/votacao/43-